O Superior Tribunal de Justiça já decidiu: se o seu plano empresarial cobre apenas seus familiares, você é vítima do "Falso Coletivo". Isso significa que você tem direito à redução imediata da mensalidade e à devolução de tudo que foi cobrado a mais.
Descubra quanto você tem direito a recuperar
Seus dados são protegidos e usados apenas para envio do relatório. Análise baseada na jurisprudência do STJ e nos índices oficiais da ANS.
Planos com menos de 10 familiares devem seguir os índices da ANS
O Segredo que Eles Escondem
Você abriu um CNPJ para conseguir um plano de saúde melhor para sua família. Parecia um negócio inteligente. Mas, ano após ano, os reajustes chegaram como uma avalanche: 20%, 30%, até 60% de aumento.
Enquanto os planos individuais são protegidos pela ANS com reajustes de 6% a 9% ao ano, o seu plano sofre aumentos estratosféricos, justificados por uma "sinistralidade" que você nunca causou. Isso tem um nome na Justiça: Falso Coletivo.
As operadoras tratam sua família de 3 ou 4 pessoas como se fosse uma multinacional com centenas de funcionários, apenas para fugir das regras de proteção da ANS e lucrar às suas custas.
"Plano de saúde com menos de dez beneficiários, formados pelo mesmo núcleo familiar, deve ser tratado como plano individual. Os reajustes abusivos caracterizam má-fé contratual e geram devolução de mensalidades."
Leia a decisão completa no Conjur
A Virada de Jogo
Você não precisa continuar refém dessa armadilha financeira. A lei e os tribunais superiores já pacificaram o entendimento a favor das famílias brasileiras.
Readequação dos valores aos índices justos e protetivos da ANS, com efeito imediato após a decisão judicial.
Restituição de todos os valores pagos indevidamente nos últimos anos, com juros de 1% ao mês e correção monetária.
Enquadramento definitivo do contrato como plano familiar, blindando sua família de reajustes abusivos para sempre.
"Eu pagava quase R$ 3.000 por mês para mim, minha esposa e meu filho. Os aumentos eram insuportáveis. Após a revisão, a mensalidade caiu pela metade e ainda recebi uma restituição que salvou nosso fim de ano."
"Achei que era normal o plano subir 40% ao ano. Quando descobri o que era o falso coletivo, percebi que estava sendo enganada há anos. A sensação de justiça feita não tem preço — e o dinheiro de volta no bolso também ajuda muito."
Dúvidas Frequentes
É um plano de saúde contratado por meio de um CNPJ (geralmente MEI ou pequena empresa), mas que na prática atende apenas a um pequeno grupo familiar (menos de 30 pessoas). As operadoras usam essa modalidade para fugir das regras rígidas de reajuste da ANS aplicadas aos planos individuais e familiares, aplicando aumentos abusivos baseados em "sinistralidade".
O Superior Tribunal de Justiça (STJ) pacificou o entendimento de que planos coletivos empresariais com poucos beneficiários (exclusivamente familiares) devem ser equiparados aos planos individuais/familiares. Isso significa que eles devem seguir os mesmos índices de reajuste anuais limitados pela ANS, tornando ilegais os aumentos abusivos praticados pelas operadoras.
Não. A lei proíbe expressamente que a operadora cancele o seu plano de saúde como retaliação por você buscar seus direitos na Justiça. O objetivo da ação é apenas corrigir os valores cobrados indevidamente e adequar o contrato às normas da ANS, mantendo todas as suas coberturas e carências intactas.
Geralmente, entramos com um pedido de liminar (tutela de urgência). Se o juiz conceder a liminar, a redução da mensalidade para o valor justo ocorre quase imediatamente, logo nos primeiros meses do processo, antes mesmo da decisão final sobre a devolução dos valores retroativos.
Para iniciarmos a análise gratuita, precisaremos apenas do contrato do plano de saúde (se tiver), os boletos pagos nos últimos anos (ou extrato de pagamentos) e os comunicados de reajuste enviados pela operadora. Nossa equipe orientará você passo a passo sobre como obter esses documentos facilmente.
Não Perca Mais Tempo
Cada mês que passa é mais dinheiro da sua família indo para o ralo das operadoras de saúde. Você tem direito garantido pela Justiça — e o caminho para recuperar esse dinheiro começa com uma conversa gratuita com nossos especialistas.
Com base nos dados de quem já passou por essa situação, famílias com planos falso coletivo pagam em média R$ 500 a R$ 800 a mais por mês do que deveriam. Em 3 anos, isso representa:
jogados fora. Esse dinheiro pode ser seu de volta.
João de SP acabou de descobrir que tem direito a R$ 15.000 de devolução.
Há 2 minutos